UNE CEN/TS 18099:2024

Avaliação de Ataques de Injeção Biométrica

Deepfake injetado por câmera virtual passa direto pelo seu liveness. A Antisec avalia o seu SDK biométrico pela CEN/TS 18099:2024 e emite Letter of Confirmation.

O vetor

O ataque que a sua defesa não foi construída para ver

O fraudador não fica na frente da câmera. Ele instala uma câmera virtual no próprio computador, alimenta esse dispositivo falso com um vídeo gerado por IA, e o seu SDK recebe um stream que, do ponto de vista da aplicação, é indistinguível de uma webcam real.

  • A amostra biométrica é substituída depois da captura e antes da análise — não houve apresentação nenhuma para detectar.
  • Não há artefato de tela, borda de papel ou textura de máscara: o detector vê exatamente o que espera ver numa captura legítima.
  • É script. Roda em servidor, em paralelo, milhares de vezes por hora, com custo marginal próximo de zero por identidade fraudulenta.

Apresentação e injeção são normas diferentes

Um produto pode ter avaliação PAD de nível alto e cair no primeiro teste de câmera virtual. Isso não é falha do laboratório de PAD: é uma pergunta que aquela avaliação nunca se propôs a responder.

Ataque de ApresentaçãoAtaque de Injeção
Como aconteceFisicamente, na frente do sensorNo fluxo de dados, depois da captura
ExemplosFoto impressa, máscara, vídeo na telaCâmera virtual, interceptação, replay
Norma que medeISO/IEC 30107 (PAD)CEN/TS 18099:2024 (IAD)
Escala do ataqueBaixa — um por vez, presencialAlta — automatizável

Se o seu fornecedor de biometria responde “temos certificação de liveness” quando você pergunta sobre injeção, ele acabou de responder outra pergunta.

Três níveis. Escolha o que o seu mercado exige.

A norma escalona a avaliação por cobertura de instrumentos, métodos de ataque e perfil de adversário.

Basic (Nível 1)Substantial (Nível 2)High (Nível 3)
Espécies de instrumento de ataquecobertura reduzida1015
Métodos de ataque distintos1+23
Perfil de adversário cobertooportunistaorganizadoespecializado e financiado
Indicado paraproduto em validaçãoproduto em escalaserviços financeiros, governo, alto valor

Um ciclo dimensionado para o nível High cobre automaticamente os pisos dos níveis abaixo — o veredito dos três níveis fica registrado em uma única avaliação, sem contratar três trabalhos independentes. É assim que estruturamos os projetos por padrão.

O que precisa ser verdade para o seu produto passar

01

Resistir aos ataques do nível avaliado

Não a todos os ataques concebíveis: aos ataques classificados naquele nível ou abaixo, segundo a metodologia de rating da própria norma. Um bypass que exige três semanas de trabalho especializado e conhecimento interno do produto não derruba uma avaliação Basic — é registrado como risco residual. Um replay de payload que qualquer pessoa reproduz em quinze minutos derruba todos os níveis.

02

Não maltratar o usuário legítimo

A norma exige a taxa de rejeição de usuários reais (BPCER) dentro do alvo — recomendado no máximo 15% — apurada sobre no mínimo 300 transações legítimas coletadas durante a avaliação. É o critério que fecha a porta da saída preguiçosa: um sistema paranoico que bloqueia metade dos clientes reais não passa.

O que você recebe ao final

Público

Letter of Confirmation

Documento resumido atestando o nível de conformidade atingido, o produto e a versão avaliados e a metodologia aplicada. É o ativo comercial da avaliação.

  • Resposta a RFP e concorrência pública
  • Due diligence do seu cliente corporativo
  • Material comercial e site
  • Diligência de investidor e M&A
Confidencial

Relatório Técnico

Estrutura de nove seções exigida pela norma. Na prática, vira o roadmap de segurança do produto — priorizado, com evidência e com o custo de cada ataque estimado pela régua da norma.

  • Matriz completa de ataques executados
  • Classificação de cada achado pelo rating da norma
  • Métricas de bona fide (BPCER)
  • Análise de versão de componentes e recomendações

Um ponto de honestidade que outros fornecedores omitem

A CEN/TS 18099:2024 ainda não possui esquema formal de certificação por organismo credenciado — não existe hoje um selo emitido por acreditador. O que existe, e o que laboratórios internacionais praticam para normas equivalentes, é exatamente o modelo acima: Relatório Técnico + Letter of Confirmation atestando conformidade metodológica. Essa distinção está escrita no próprio documento que entregamos, porque é assim que um atestado sobrevive à auditoria de quem vai lê-lo.

Como funciona o projeto

Seis etapas, com o seu time envolvido apenas onde é indispensável.

00

Security Target

Documento formal de ativos, ameaças e funções de segurança, assinado pelas duas partes.

O que exige de você Algumas horas do time de produto
01

Mapeamento

Métodos e instrumentos de ataque aplicáveis ao seu produto.

O que exige de você Nada
02

Execução

Matriz completa, com evidência de cada ataque — inclusive dos bloqueados.

O que exige de você Ambiente de teste estável
03

Classificação

Rating de cada achado pela metodologia da norma.

O que exige de você Nada
04

Métricas de usuário legítimo

As 300+ transações legítimas que sustentam o BPCER.

O que exige de você Voluntários (comece no dia 1)
05

Emissão

Relatório Técnico + Letter of Confirmation.

O que exige de você Nada

O gargalo real não somos nós. A parte controlada pela Antisec fecha em dias úteis contados; o que determina a data de emissão é a coleta das transações legítimas, que depende do seu calendário de voluntários. Por isso essa trilha começa no dia 1, em paralelo — não depois que os testes técnicos terminarem.

Por que a Antisec

Uma avaliação IAD só vale o que vale a capacidade real de montar o ataque. Construir o pipeline de câmera virtual, interceptar a fronteira entre JavaScript e WebAssembly, contornar watchdog de integridade e produzir os instrumentos de ataque — deepfake, morphing, face reenactment, rosto sintético — é trabalho de red team. É o que fazemos há mais de dez anos.

+400 projetos entregues
10+ anos de operação ofensiva
100% de satisfação
0 incidentes não detectados

Instrumental já montado

Os pipelines de ataque — câmera virtual, hooking client-side, interceptação de canal, replay — estão construídos e documentados. Isso não encurta o rigor; encurta o calendário. Você paga execução, não montagem de laboratório.

Escopo declarado, inclusive o que não testamos

PAD e avaliação de secure elements estão fora do escopo desta norma, e isso está escrito no documento. É o que faz o relatório sobreviver à auditoria do seu cliente.

Janela de remediação

Se um teste falhar, você não recebe um carimbo de reprovação: recebe a comunicação formal, corrige, nós reexecutamos e a matriz retoma do ponto onde parou.

Quem já deveria estar nessa conversa

  • Fabricantes de SDK biométrico, liveness e KYC — a Letter of Confirmation é ativo de vendas, não custo de compliance.
  • Bancos, fintechs e adquirentes que integram biometria de terceiros.
  • Seguradoras, saúde e setor público com prova de vida remota — onde a injeção bem-sucedida vira pagamento indevido, não apenas acesso indevido.
  • Times de produto prestes a lançar autenticação facial — um Security Target escrito antes do lançamento custa uma fração do redesenho depois.

Sua biometria já foi testada contra injeção — ou só contra apresentação?

Avaliações CEN/TS 18099:2024 nos três níveis, para plataformas Web e mobile. Escopo fechado, prazo definido, sem custo oculto.

Solicitar avaliação

Resposta em 24h. Sem compromisso. Escopo e investimento definidos na primeira conversa.

Perguntas frequentes

Já tenho certificação de liveness/PAD. Preciso disso?

A certificação PAD responde por ataques presenciais e não faz nenhuma afirmação sobre injeção. Se você apresentá-la como cobertura de injeção num RFP e o avaliador técnico do outro lado souber a diferença, o efeito é o oposto do pretendido.

A CEN/TS 18099 é exigência regulatória?

Ainda não. Enquanto não é, ter é diferencial competitivo em RFP. Quando passar a ser, quem já tem apenas renova; quem não tem entra na fila com o produto parado.

Vocês emitem um certificado acreditado?

Não, e ninguém emite: a CEN/TS 18099:2024 ainda não possui esquema formal de certificação por organismo credenciado. Entregamos Relatório Técnico e Letter of Confirmation atestando conformidade metodológica, com essa distinção escrita no próprio documento.

Vai travar o roadmap do meu time?

A demanda sobre o seu time se concentra em duas frentes: algumas horas para o Security Target e a coleta de voluntários para as transações legítimas. A execução técnica é nossa, contra um ambiente de teste.

E se o meu produto não passar?

Você descobriu, num ambiente controlado e sob acordo de confidencialidade, aquilo que um fraudador descobriria em produção — e tem a janela de remediação para corrigir antes de qualquer veredito ser consolidado. O cenário caro é passar no teste interno e falhar no onboarding real.